Faraó Ramsés II precisou tirar passaporte 3.000 após sua morte

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Em uma história que rapidamente se espalhou pelas redes sociais, o arqueólogo norte-americano David S. Anderson compartilhou uma imagem que cativou a atenção do mundo: o passaporte da múmia do lendário faraó Ramsés II. Embora Anderson tenha esclarecido que a imagem não era autêntica, ela tinha como base uma história surpreendente e verdadeira.

Remontando a 1976, o Ministério das Antiguidades do Egito deu sua aprovação para o transporte da múmia de Ramsés II até a França. A múmia estava em um estado crítico de deterioração, infectada por fungos, e precisava de tratamento imediato para evitar uma decomposição completa.

Naquela época, a legislação proibia o transporte de restos humanos sem a documentação apropriada. Para contornar essa questão peculiar, foi criado um passaporte para o faraó, mais de 3.000 anos após a sua morte. As publicações afirmam que o documento foi emitido para transportar o corpo do egípcio para um reparo em Paris, na França, na década de 1970. A viagem realmente aconteceu, mas a imagem do passaporte é meramente ilustrativa, criada pelo site Heritage Daily.

O desembarque da múmia no aeroporto francês de Le Bourget foi marcado por uma recepção digna de realeza. Uma comitiva de alto nível, liderada pela secretária de Estado para as Universidades, Alice Saunter-Seite, e com a presença de um destacamento do Exército, aguardou a chegada do antigo monarca. Esta história singular foi documentada por um jornalista do The New York Times e publicada em 27 de setembro de 1976.

Ramsés II, também conhecido como Ramsés, o Grande, foi um dos faraós mais ilustres do Antigo Egito. Ele governou durante o século XIII a.C. e é conhecido por suas impressionantes construções, incluindo o Templo de Abu Simbel e o Ramesseum. Ramsés II é lembrado por seus feitos monumentais, como a assinatura do Tratado de Kadesh com os hititas, um marco na história das relações internacionais. Sua tumba no Vale dos Reis é uma das mais visitadas até os dias de hoje, destacando-se como um ícone da antiguidade egípcia.

Via: The Vintage News


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